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O teste genético, ao serviço do corpo

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Tal como não existem duas pessoas iguais, nem dois ADN iguais, nem duas impressões digitais iguais, também não existem dois corpos que reajam do mesmo modo frente à comida. Partindo deste ponto, é lógico supor que os avanços científicos no campo da genética podem ajudar decisivamente à nutrição e, em última instância, à nossa saúde. Já desde a Grécia clássica que o desporto, a saúde e o cuidado do corpo eram considerados questões primordiais, presentes em todos os programas de educação. Quanto não tinham dado os grandes filósofos gregos para poderem aceder a uma informação tão precisa e útil como a que nos fornece o teste genético! 

“Mas nunca poderão arrebatar-nos… a liberdade!”

O campo da nutrição desportiva está em permanente melhoria e devemos sentir-nos afortunados pela ampla gama de oportunidades que nos apresenta. Se a liberdade consiste em ampliar o campo do possível e com isto ampliar o nosso horizonte de oportunidades, no campo da alimentação desportiva nunca fomos tão livres. Nunca podemos analisar o nosso corpo e as substâncias que ingerimos com um grau de precisão e meticulosidade. 

Antes de começarmos a aprofundar o teste genético devemos recordar o óbvio: apesar dos grandes benefícios do teste, não podemos cair na tentação de o considerar como um milagre que nos permitirá melhorar o nosso corpo só por si, mas sim que deve ser complementado com um trabalho eficaz por parte de profissionais que nos ajudem a desenvolver o nosso potencial. Deve ser complementado com o esforço pessoal e a vontade de nos conhecermos a nós próprios para podermos alcançar um maior bem-estar físico e geral. 

O teste genético

O primeiro passo para nos conhecermos a nós próprios é a realização de um teste genético. É a primeira informação chave que nos permitirá detetar tanto as intolerâncias como os riscos ante possíveis patologias. Isto é especialmente útil porque, ante as intolerâncias causadas por deficiência da enzima encarregue de metabólicas o alimento, o único tratamento possível é eliminá-lo da dieta. Poderemos identificar as grandes intolerâncias e também encontraremos informação muito valiosa sobre como o nosso corpo recebe cada tipo de alimento.

Atenção às dietas universais

Outro benefício evidente de conhecermos o nosso corpo é que podemos preparar um plano personalizado e eficaz a quem até agora não podia beneficiar das dietas. Isto ocorre porque uma mesma dieta pode ter consequências distintas para cada pessoa e inclusive supor um aporte de calorias reais maior que o que representa para outros corpos. Isto demonstra os claros limites dos conselhos dietéticos considerados generalizados ou universais. 

O fenótipo, esse grande amigo

O fenótipo é a materializarão observável dos genes; reporta-nos muita informação relacionando a genética com elementos externos como a comida e relacionando os biomarcadores com dados da nossa própria idiosincrasia como as medidas, o peso, a idade ou a atividade habitual. Uma vez obtida toda esta informação, o seguinte passo é elaborar um relatório que contenha, entre outras coisas, uma lista com, pelo menos, três categorias: as substâncias ou alimentos proíbidos, os limitados ao consumo ocasional e os de consumo livre. 

Ainda que inicialmente o teste genético não fosse suficientemente preciso para nos ajudar na nutrição desportiva, nos últimos anos os avanços são realmente espetaculares. Por exemplo, com uma amostra de saliva é possível analisar mais de 130 marcadores genéticos sem nenhum tipo de efeito secundário. O teste é muito simples e nada invasivo.

"Passei" no teste, e agora?

Depois de obtermos os resultados do nosso teste e de dividir os alimentos nas três categorias citadas anteriormente, devemos analisar os resultados com calma e prudência. Devemos lê-los detalhadamente com o nosso nutricionista para podermos identificar as principais conclusões, os pontos que possam não estar muito claros, etc.

Um plano de alimentação 

Depois disto, devemos elaborar um plano de alimentação para os resultados obtidos, tendo em conta que serão necessárias futuras rectificações e adaptações a partir de como nos vamos sentindo com cada mudança. Ou seja, vamos passar por um período de experimentação durante o qual iremos notando melhorias graduais na altura de assimilar os alimentos e ao controlar o nosso peso. Experimentar novos métodos enquanto conhecemos o nosso próprio corpo é uma das experiências mais interessantes que podemos ter. Não acreditas? Vamos tentar!

E em relação ao desporto?

Se o mundo da nutrição foi revolucionado com as novas tecnologias genéticas, o mesmo sucede com o mundo do desporto, intimamente relacionado. Deste modo, da análise genética podem extrair-se directrizes e sugestões muito proveitosas para localizar os tipos gerais de exercício mais convenientes para os nossos genes e para as nossas condições pessoais, físicas, laborais, etc. Depois, poderemos indagar mais para conseguir, mediante constantes ensaios e provas, encontrar os desportos e exercícios concretos mais adequados. O teste genético de certeza que nos deu dados muito úteis sobre a nossa condição física inata e sobre a condição física atual. Ou seja, melhoraremos a informação que temos sobre os nossos genes, que nunca mudarão, e também sobre o nosso momento físico atual.

Mais conhecimento, melhor nutrição, mais saúde, mais beleza

O ideal de bem-estar inclui muitos outros valores inter-relacionados, como a saúde ou a beleza. Não há dúvida que ao sentirmo-nos melhor com uma dieta personalizada e um melhor conhecimento do nosso corpo, estaremos com melhor disposição para melhorar os nossos resultados desportivos, a estética e o bem-estar do corpo e até a autoconfiança.  

Resumindo, procuramos uma retroalimentação da informação que nos permita alcançar a plenitude desportiva e que, unida aos avanços em nutrição e psicologia, entre outros campos, nos lance ao horizonte máximo do bem-estar e da felicidade.

Virgin Active
#AlwaysDiscovering

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