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Desportos ao ar livre: Voleibol

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Lançar uma bola por cima de uma rede é prática comum em diversos desportos, desde o ténis, ao badminton, passando pelo ténis de mesa e, como não, o voleibol. Esta disciplina pode praticar-se no interior, num pavilhão, mas é mais conhecida como um desporto ao ar livre, é uma excelente maneira de nos mantermos em forma, ao mesmo tempo que nos divertimos e fazemos exercício. Trabalharemos tanto o trem superior como o inferior, saltaremos, correremos, faremos agachamentos e realizaremos lançamentos.

As suas origens, como tantos outros desportos, remontam às civilizações antigas, mas a sua tipologia atual tem um ponto de arranque claramente definido e um protagonista muito especial. Foi o americano William G. Morgan quem desenvolveu esta nova modalidade em 1895. Procurava conseguir um desporto exigente, mas que não fosse tão duro em termos de contacto como o basquetebol ou o futebol americano. No início era um pouco caótico, não havia regras estabelecidas nem sequer um número fixo de jogadores. Mas, pouco a pouco, tudo foi mudando até chegar um desporto organizado, com rotações depois de cada recuperação de serviço ou mudança de equipa que serve depois de uma falta. A sua expansão pelo globo foi rápida e com verdadeiros êxitos em alguns lugares. Foi nos anos 60 que alcançou maior relevância com a sua inclusão nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964 e na criação da Copa do Mundo em 1965.

Seguramente já viste competições de voleibol nos Jogos Olímpicos, num Mundial ou nos diversos Campeonatos que existem no nosso país. A mais prestigiada é o Campeonato Nacional de Masculinos e Femininos, mas se queres começar a praticar este desporto deves saber que, seja na praia ou em pavilhão, é uma modalidade divertida e exigente que te ajudará a estar em forma como poucas. Em primeiro lugar, as pernas suportarão uma grande carga de trabalho, especialmente os quadríceps, isquiotibiais e glúteos. Uma boa posição e uma correta flexão serão a chave na hora de receber um lançamento do rival, para saltar e bloquear na rede ou para se esticar e chegar a um lançamento distante, evitando assim que a bola toque no solo dentro do nosso campo, que será o principal objetivo da equipa ou do jogador que está à nossa frente. Mas, se as pernas vão trabalhar, os músculos da parte superior não se ficam atrás. Obviamente, uma boa musculatura nos braços será fundamental. Devemos trabalhá-los no ginásio, da mesma forma que devemos trabalhar as costas, especialmente as omoplatas, essenciais para uma boa estabilização.

No voleibol praticaremos cinco qualidades atléticas:

  • Força: Fundamental para golpear com intensidade a bola ou para bloquear lançamentos igualmente duros.
  • Resistência: É um desporto que costuma durar quase duas horas, razão pela qual desenvolveremos a nossa força aeróbica, mas também, em certos momentos mais explosivos, a anaeróbica.
  • Velocidade: Chegar a uma bola um segundo antes pode ser a chave para a vitória.
  • Saltabilidade: Tal como a anterior pode desenvolver-se mas, depende em grande medida das nossas habilidades inatas.
  • Flexibilidade: Devemos tê-la e desenvolvê-la, não só para jogar melhor, mas também para prevenir lesões.

Falando de lesões, é um dos desportos de equipa menos exposto a elas, sobretudo por falta de contacto direto com o adversário. Isso não implica que não corramos riscos. Talvez as de maior incidência sejam as tendinites no ombro, lesões nos dedos, tornozelos torcidos ou dores de costas. Para preveni-las, o melhor é alongar sempre bem tanto antes como depois de realizar a prática desportiva e mantermo-nos na melhor forma possível.
Para isso o voleibol é, sem dúvida, uma grande opção.

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